“Eu sou uma mulher, ouça-me rugir”

O mais novo live-action de Cruella De Vil chegou esta semana na tela dos estreams para se tornar um ícone feminista. Nesta nova releitura, interpretada pela Emma Stone, o filme conta o início da história de uma das vilãs mais lembrada da Disney. Com um roteiro que não tenta justificar os motivos das suas maldades, como foi o caso de Malévola, a personagem é apresentada desde o início dos seus atos rebeldes.

De início, conhecemos a Estella. Uma garota que já nasceu com um diferencial bem rebelde, uma dupla coloração no seu cabelo. O que se tornou um dos principais motivos para ela sofrer “bullying” na escola, além de se sentir incompreendida por causa do estilo das suas roupas.
Após perder a sua mãe, ela acaba indo para as ruas de Londres e conhece dois garotos órfãs que fazia alguns furtos para sobreviver, o Jasper (Joel Fry) e o Horace (Paul Walter). Então, juntos, ganham a vida como vigaristas. Enquanto isso, Estella vai usando o seu talento e sua criatividade para criar os figurinos para o crime.
Jasper decide ajudar a Estella a conseguir um emprego numa loja de grife. Porém, a vaga que ela acabou ocupado na loja não era bem o que ela desejava.
Até o momento em que depois de um incidente na loja, o talento de Estella para a moda chama a atenção da Baronesa Von Hellman (Emma Thompson), uma lenda para os estilistas.

Bem, até aqui a história poderia ser bem parecida com um outro clássico filme de moda, O diabo veste prada. Porém, após Estella descobrir algumas revelações sobre o seu passado, ela acaba deixando o seu lado vingativo vim a tona. Então, surge a Cruella má, elegante e voltada para a vingança.

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